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segunda-feira, julho 04, 2011

The Legend of Zelda: A lenda!


Quem suspeitou que esse ia ser o tema de hoje?

Well... Excuuuuse me, princess!

O plano de hoje não é fazer uma análise (até por que não consigo escolher um só para analisar), mas sim mostrar pra vocês o que essa série significa para mim.

De fato, essa é minha série de games favorita!

Vamos ver então se minha inspiração voltou mesmo ou se meu vício em Fallout New Vegas está começando a destruir meu cérebro.



Mas o que é “The Legend of Zelda”?

Oras! A série (que inclui jogos, desenhos, jogos, alguns mangas se não me engano, e mais jogos) acompanha as mileumas aventuras do jovem elfo (é elfo sim) Link.

Sim. Link. E não “Zelda”. Ainda há muitas pessoas por aí que acham que o nome do personagem principal é Zelda.

Um amigo meu, inclusive, desistiu de jogar Zelda quando descobriu que o personagem principal se chamava Link. Ele deve ter se sentido traído ou algo do genêro.


Acontece que asérie surgiu na época onde o máximo de história que havia nos jogos era “raptaram a princesa/namorada/amigo/presidente, vá salvá-la/lo”. No caso resolveram que ia ser uma princesa, e resolveram dar o nome da princesa ao jogo.

E sabe o mais legal?

Há jogos onde a Zelda nem aparece, nem é mencionada.
Tudo bem que há um jogo onde se joga com a Zelda, mas quanto menos falarmos sobre isso, melhor...

Independentemente disso, o nosso herói é sempre jogado em um mundo fantástico, sendo obrigado a enfrentar monstros, bruxas, quebra-cabeças, armadilhas, e tudo isso sem nem ao menos pestanejar nem dizer uma só palavra!

E é daí que vem todo o meu amor pela série: a aventura.


Durante o jogo inteiro permanece um sentimento de “épico”. Explorar um vasto mundo, buscar tesouros, realizar tarefas para diversos (e interessantes) personagens, procurar novos itens para resolver quebra-cabeças... Enfim, você é sempre levado a explorar todos os cantos da terra mágica em questão, se esforçando para superar os diversos desafios...

Dificilmente você vai se encontrar nesse jogo apenas “zanzando”. Você sempre vai estar indo atrás de alguma coisa, coletando dinheiro, fugindo de algum monstro...

Se bem que até ficar vagando é legal. Quem aí não adorava ficar andando com a Epona, no “Ocarina of Time”, treinando o arco e flecha?

E por falar em “OoT”...


O meu primeiro contato com a série foi com esse INCRÍVEL jogo. E não só isso, como esse foi o jogo que me tornou fissurado em jogos.

Eu já devo ter comentado aqui que só comecei minha vida de viciado em games na época do nintendo 64. Se não comentei, comento agora.

Apesar de eu ter tido vários videogames antes do n64, antes eu os encarava mais casualmente. Eu só jogava alguns jogos mais simples, e creio que nunca devo ter terminado nenhum jogo. Tirando um ou outro do Master System.

Mas aí ganhei um NINTENDO SIXTY FOOOOOOOOOOOUR , e minha vida mudou. Bem, não tão imediatamente. Pelo menos comecei a participar de jogatinas na casa de amigos, e de vez em quando pegava alguns jogos emprestados.


Mas então um primo meu começou a falar e falar de “OoT”, e eu acabei me interessando (sou o primo caçula, e sou influenciável). Mas mesmo me interessando, eu ainda não tinha o “espírito aventureiro”, e nunca passava nem do primeiro boss.

Até que um dia, mais maduro, encontrei por acaso esse jogo em uma locadora (e olha que eu fui alugar um filme, e não jogo) e resolvi dar mais uma chance.

Basta dizer que realuguei esse jogo por mais ou menos um mês (teria sido mais barato comprar o jogo, mas e daí?).

Era eu chegar da escola que já ia jogar. Ah... As horas e horas caçando skulpturas. O sufoco no templo da água. A emoção de rebater uma bola de energia no temível Ganon...

A partir desse jogo que eu comecei a me dedicar aos games. Nada mais de jogatina casual. O objetivo agora era sentar a bunda da cadeira e aproveitar o game.


E Zelda não só me fez JOGAR os jogos, como aproveitar cada parte dele. Por exemplo, a trilha sonora.
Nunca que eu iria me importar com a “musiquinha de fundo” de um jogo. Mas depois de uma trilha tão marcante, é impossível não buscar esse tipo de coisa em outros jogos.

Depois de OoT minha febre só foi aumentando. A link to the past, Link’s Awakening, Minish Cap, Majora’s Mask, Phantom Hourglas... É difícil encontrar um jogo da série que eu não goste, ou pelo menos não me interesse (tirando as aberrações do CDI).

Só para exemplificar meu amor pela série, eu quase pensei em comprar um Wii apenas pra jogar Twilight Princess. COMPRAR!!! UM WII!!!! EU!!! WII!! ARRRGH!

E imagina meu esforço pra não ir correndo comprar um 3DS pra jogar o remake de OoT...


Enfim.

Pode não ser a melhor série de jogos, mas com certeza é a minha série de jogos favorita. Não só por ser um bom jogo, mas também por o que “The Legend of Zelda” representa pra mim.



E se hoje eu sou um nerd recluso viciado em games, a culpa é toda do Link e suas aventuras...




Tenham um ÉPICO dia!

5 comentários:

  1. Eu só virei um gamer na geração de ps2 e nunca tive um N64 então...zelda não é parte da minha vida.

    E eu não vou comprar um 3DS por um único jogo...que é um remake...

    Eu admito que eu acho meio difícil do jogo não ser bom já que todo o mundo fala que é.

    Mas eu ainda acho que zelda deveria ter uma história e cronologia, só dizendo...

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  2. Eu nunca joguei Zelda, só pra constatar.

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  3. Eu perdi os clássicos, mas joguei as versões de DS. Também tou no aguardo pro novo Zelda de 3DS.

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  4. Putz... Esqueci de falar da (falta de) história de Zelda...

    Fica pra próxima...

    E vocês 3 façam o favor de jogar os zeldas antigos.. De preferência o Ocarina of Time e o A Link to the Past....

    faça-me o favor, hein *olhar repreendedor*!

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  5. Cara, eu não consigo jogar mais de quinze minutos no emulador sem me distrair com as internets, sorry.

    Eu acho que eu só vou jogar OOT um dia se sair um Remake para o wii u e o wii u for bom o bastante para comprar.

    Bem, a nintendo com certeza vai lançar um remake de ocarina of time para o Wii U, então é só uma questão dele ser bom ou não.

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