Desocupados que passaram por aqui

sexta-feira, abril 29, 2011

Assuntos sortidos


Acho que eu nunca usei esse blog como um blog propriamente dito.
Na essência um blog era pra ser algo pra documentar seu dia-a-dia. Nada mais que um diário virtual.

Mas, convenhamos, meu dia-a-dia não é tão interessante pra encher um blog (a única coisa que enche é o saco de vocês) então sempre escolhi fazer textos mais no estilo artigo/coluna/sei-lá-se-tem-um-termo-certo-pra-isso.

Mas agora (mais precisamente dia 28 de abril, uma quinta feira as 23:43) me deu uma vontade de só chegar aqui e falar sobre um monte de baboseiras legais que eu nunca iria conseguir criar um texto de mais de uma página sobre cada assunto.

Mas como esse será um textinho borocochô, fiquem calmos que até domingo sai um texto de verdade.
Vamos aos tópicos:


sábado, abril 23, 2011

Documentando a desgraça alheia


Pode ser legal escrever sobre as coisas que eu gosto. Falar de games, filmes, e essas coisas boas que me colocam um sorrisão no rosto.

Mas convenhamos que é muito mais legal falar de algo que eu não gosto.

Não sei se é por que isso me possibilita descarregar a raiva, ou se é por que as reclamações são o tipo de texto que aparecem mais discussão.

Mas os textos-reclamação são os mais fáceis de escrever, e os mais divertidos de ler (ou não? Opinem). Então decidi escrever sobre um tema que desperta muito a minha ira.

É sério: essas coisas me irritam tão profundamente que me deixam até de estômago embrulhado.
Falemos de jornalismo então. Mas não qualquer jornalismo, mas sim o sensacionalista.

Me dá IBAGENS!

segunda-feira, abril 18, 2011

Game of Thrones: Caaaraaaca, mermão!



Sumi, né? Mil desculpas.

Os últimos 3 (ou 4?) textos eu escrevi tudo num dia só, num intervalo de 5 horas, e acho que após tamanho frenesi criativo minha mente entrou em colapso e tornou-se impossível escrever.

E também por que não aconteceu nada de interessante que despertasse a minha criatividade.

E também por que comecei a jogar Mass Effect 2 e isso fez com que minha vida inteira se resuma a explorar planetas e xavecar a Miranda.

E estou em provas na facul...


Tá.. Desculpas é o que não falta (achou que o “mil desculpas” era expressão de linguagem, né?), mas acontece que há exatamente 2 horas a inspiração me atingiu como um raio (ou um cocô de pombo): falemos de Game of thrones (ou “guerra dos tronos”) um dos meus livros favoritos (deve estar disputando a primeira colocação) e (quem sabe) a melhor série desse ano!

DEUSES! Quantos parênteses em um só parágrafo. Estou divagando muito. Prometo que não vou usar mais parênteses (nesse texto).


DROGA!

segunda-feira, abril 04, 2011

A vez em que eu salvei o Magic


Você gosta de jogos de cartas?

Não, não estou falando de truco e poker...

Estou falando daqueles jogos mais, ahm... nerds.

Sabe, tipo Yu Gi Oh, e claro Magic: The Gathering. (certo... eu não conheço muitos)

 Mesmo que você não jogue deve conhecer esse tipo de jogos. Eles já foram uma baita duma febre a um tempo atrás, e até já apareceu uns caras na TV decifrando as mensagens satanistas nas cartas de Yu Gi Oh.

Como eu disse: uma febre.

Mas acontece que esses jogos sofrem grande preconceito, e eu lembrei de uma história interessante sobre como eu ajudei um grupo de amigos a superar esse preconceito.

Mas antes, um pouco de história... Da minha história...